AUTOAJUDA
Quando eu era jovem gostava muito ler, mas me recusava a ler livros de autoajuda. Eu não tinha uma opinião própria, pois nunca havia lido nada desse gênero. Meu preconceito era baseado apenas em piadas que eu lia nas redes sociais, ditas por outros leitores. Quando mais velha, depois de iniciar meu processo de autoconhecimento, mudei o tipo de livros que eu lia. Passei a ler livros de psicologia junguiana, ouvir audiobooks motivacionais e a assistir palestras de uma filósofa bem conhecida na Internet. Um dia, minha filha comprou o livro " A sutil arte de ligar o f*da-se ". Foi um livro que me surpreendeu, pois não era uma ficção ou um assunto acadêmico. Era o relato íntimo e pessoal de uma pessoa comum. Logo depois eu li " A guerra da arte ", que segue a mesma linha de livros de autoajuda. Um relato pessoal sobre dificuldades e superação. Eu sei que deve existir muitos livros de autoajuda ruins. Pessoas oportunistas querendo ganhar dinheiro vendendo es...